Como utilizar os 5 sentidos no processo da venda?

ImagemVocê sabia que a maior parte das decisões de compras ocorre em caráter predominantemente emocional?

Cores, sons, aromasgostos e sensações provocam uma troca de sensações muitas vezes imperceptível, mas de grande influência sobre as decisões de compra.

Uma pesquisa realizada pelo HEC – Montréal e Rutgers University constatou que ao som de uma música agradável, os compradores que tendem a comprar por impulso, compram ainda mais e, os que não têm tendência a comprar por impulso, gastam mais, quando sentem um cheiro agradável na loja.

Um outro dado interessante foi revelado por um pesquisador americano que descobriu que os consumidores expostos ao aroma ácido de laranja ou limão, enquanto andam na loja, tem 38% mais chances de pegar um produto, àqueles que não sentiram o cheiro.

Produtos com design criativo, elegante, aromatizados, evocam sentimentos e emoções, imperceptíveis racionalmente e que ativam de forma subliminar o desejo de consumo. Isso guarda razões orgânicas e cerebrais, em que o sistema primitivo (também chamado de reptiliano é ativado, juntamente com o sistema límbico, relacionado ao prazer, emitindo impulsos de adesão ou não adesão a uma nova experiência de compra). A maior parte de nossas decisões se dá em nível subcortical (inconsciente), que domina nossas decisões, que, por vezes, são automáticas, ao invés de ocorrerem em nível cortical (conscientes e racionalizadas). Por isso, ao entrarmos a um ambiente novo, rapidamente o julgamos como agradável ou não, confiável ou não, desejável ou não…

Culturalmente, já estamos acostumados a agregar valor aos produtos na decisão da compra. Não compramos apenas pela qualidade ou reputação, mas também pela qualidade no atendimento e pela afinidade com o produto/serviço.

Por isso, entender o comportamento do consumidor sob o ponto de vista orgânico (dos mecanismos cerebrais e inconsciente), de seus desejos de consumo, de suas necessidades, experiências e motivações, são fundamentais para criar ambientes onde ele poderá se envolver com a marca, produzir um profundo engajamento e gerar aumento nas vendas (antes mesmo de saber conscientemente sobre sua intenção de compra).

Então vamos lá!

Toda marca tem um público específico, que precisa ser estudado a fundo, para encontrar a melhor forma de estimular seus sentidos. Para obter bons resultados, é preciso aplicar pesquisas para conhecer o perfil dos seus clientes e utilizar os meios adequados para que eles se sintam satisfeitos.

A partir desse conhecimento, é preciso remeter o cliente a uma percepção única de valor, que o estimulará a repetir e difundir a experiência de consumo. Para isso, você pode ligar sua marca ao consumidor por meio da estimulação dos cinco sentidos básicos.

 

E como os 5 sentidos podem ser úteis a sua marca?

 

* Visão: A experiência das cores, formatos, ambientação, disposição dos elementos visuais e iluminação, são facilmente percebidos e, por isso, influenciam rapidamente as emoções e comportamento do consumidor, além de gerarem um posicionamento único e identificação com a marca. Aqui os detalhes na decoração e na forma que a vitrine ou mix de produtos são dispostos, bem como a marca e o portfólio, podem fazer toda a diferença.

* Audição: O comportamento de uma pessoa pode ser influenciado diretamente pelo som que ela ouve. Se você já praticou atividades físicas com música, experimentou na prática o que estamos tratando. Relacionado a uma situação de compra, o cliente também é influenciado e pode comprar no ritmo da música. Mas é preciso cuidado, em relação ao ritmo, volume, categoria e frequência, pois, a música pode tanto atrair quanto afastar clientes.

* Olfato: Você se lembra do cheiro de alguma loja em especial, que vem facilmente à sua memória, quando tratamos deste assunto? Difusores e saches que espalham aromas são maneiras de personalizar os ambientes e promoverem uma memória olfativa em seus prospects e clientes. Eles revelam um clima agradável ao ambiente, fazendo com que os clientes se sintam mais acolhidos. Entretanto, é importante também saber dosar. Começar a inserir um aroma aos poucos, para que a percepção seja sutil. E evita promover sensações olfativas muito fortes, uma vez que expressiva parte da população apresenta quadros alérgicos, rinites, dentre outras sensibilidades olfativas.

* Paladar: Quando você oferece um chá, café ou, até mesmo, bebidas mais sofisticadas, como vinho e champanhe, elas se sobressaem e agregam valor ao atendimento prestado, pois, remetem imediatamente ao “cérbero reptiliano” memórias geralmente relacionadas a momentos especiais, de aconchego.

* Tato: Quem não gosta de ver um produto com as mãos? Ao tocar um objeto, o cliente percebe os detalhes do produto minuciosamente. Isso faz com que o consumidor sinta-se mais próximo do seu produto.

 

Vale ressaltar que, não necessariamente, você terá que usar todos os sentidos, mas sim, aqueles que são adequados ao seu negócio. Para tanto, você precisa observar e estudar o seu público.

Não se esqueça! Quando for anunciar um produto, efetivar uma venda, fazer uma apresentação individual ou em publico, lembre-se de falar com as pessoas em todos os canais, fazendo o cliente ver, ouvir e sentir, de forma mais profunda todas as características do seu produto/serviço. Esta estratégia é designada integração multissensorial!

Sua empresa já utiliza os 5 sentidos no processo de venda, para promover uma experiência de compra e atendimento diferenciados? Na ACT é possível encontrar soluções personalizam o atendimento e capacitam os profissionais diretamente ligados ao público, que irá te ajudar a promover um ambiente multissensorial, em que o cliente poderá se envolver com a marca e, com isso, gerar aumento nas vendas.

Aprenda mais com o nosso e-book de atendimento e promova uma experiência de atendimento inesquecível aos seus clientes!

6 PASSOS PARA UM PITCH DE VENDAS DE ALTO IMPACTO

São Paulo, Brazil --- Woman making presentation at business meeting, Sao Paulo, Brazil --- Image by © JAG Images/Corbis

Para quem não conhece este conceito, já falamos em nosso blog sobre o pitch e sua importância.

Falaremos hoje sobre como uma sugestão de estrutura estratégica para que seu pitch de vendas tenha o máximo de eficácia e consiga atingir seus objetivos. Existem ferramentas de organização de discurso e de performance comunicativa, que podem diferenciá-lo frente a apresentação à investidores, parceiros, clientes, ou mesmo com outros públicos em que, rotineiramente, precise vender suas ideias.

Trata-se de um esquema didático, em que nem sempre é possível seguir a ordem exata ou cumprir todos os itens.

Iniciamos nossa atuação com treino de pitch em 2010 e na época, os trabalhos ainda eram tímidos e restritos nesta área. Felizmente, houve um aumento expressivo de bibliografia e referências sobre o tema, o que é ótimo! Contudo, cuidado ao seguir padrões americanos e europeus, considere a diferença de cultura e não leve tudo ao pé da letra. Fazer negócio no Brasil é bem diferente!

Quanto mais natural e flexível se pitch de vendas for, maior o rapport! Para tanto, procure empregar técnica de quebra gelo, antes de iniciar seu discurso. No início de uma comunicação, as pessoas tendem a estar desconfiadas (com o “cérebro reptiliano” e inconsciente mais ativado), sem estarem ainda convencidas de que merecem investir tempo em você.

 

– O problema a ser enfrentado e a realidade do mercado

Mostre de forma clara e objetiva o problema que você vai solucionar com seu produto/solução. Neste momento, é importante que o interlocutor consiga se enxergar na mesma situação que você propõe para o mercado e perceber realmente a relevância daquele problema frente ao mercado. Para isso, mostre dados e passe informações que sejam realmente impactantes. Se estiver tratando com investidores, esses, possuem perfil mais pragmático e gostam de entender claramente números e o retorno no investimento esperado.

 

2 – As soluções que a sua empresa oferece

Ao apontar a solução que sua empresa oferece, utilize uma fala assertiva, transmitindo credibilidade aos interlocutores. Utilize termos assertivos como “Vamos solucionar este problema”, e não: “Queremos solucionar este problema!” Investidores, prospects e clientes estão muito mais interessados em saber o que você soluciona (benefícios do seu trabalho) do que como você soluciona (metodologia). Se ele te questionar e tiver um perfil mais analítico, você aprofunda no tema. Do contrário, foque mais nos resultados do que no método e nas especificações técnicas.

 

3 – Os diferenciais da sua empresa

Mostre todos os diferenciais que sua empresa oferece. Por que seu cliente ou investidor deve te dar crédito? Quais problemas você resolve bem? Como você se diferencia no mercado em relação aos seus concorrentes? Muito cuidado em dizer que seu produto/serviço não possui concorrentes. Isso pode soar mal e presunçoso! Lembre-se que concorrente, é todo aquele que tira a oportunidade de venda de seu negócio, não sendo, necessariamente, um concorrente direto.

 

4 – A equipe e experiência de cada um

Como sabemos, ideias só funcionam quando há um time competente para implementá-las! Portanto, você deve  explorar os integrantes de sua equipe, ressaltando suas principais competências e experiências.

 

5 – O que você busca

Aponte o que você está buscando naquele evento ou conversa, pode ser o valor do investimento, ou novos clientes, por exemplo. Mostre onde sua empresa chegará! Por exemplo: “Com o investimento de 100 mil, atingiremos um aumento de 80% de lucratividade em 2019.”.

 

6 – Finalizar com a mesma energia que começou

Finalize sua apresentação de forma enérgica, confiante e cordial. Não olhe para trás ao sair! Evite dizer somente “então é isso, pessoal…”. Certamente, essa pequena frase irá minimizá-lo e desconstruir todo seu esforço. Investidores e prospects não gostam de identificar fragilidade em um pitch.

Coloque-se à disposição, agradeça as pessoas presentes e deseje um bom dia/tarde/noite. Por exemplo, em um Demo Day (situação final de aceleradoras de startups, em que as startups possuem a oportunidade de apresentarem seus projetos a investidores), você pode finalizar da seguinte maneira: “Deixo meus contatos e aguardo vocês na feira para conversarmos mais sobre a empresa! Obrigado e boa tarde a todos!”.

Além da estrutura, a forma como o Pitch será apresentando, também é fundamental para que seja de alto impacto. De nada adianta ter uma estrutura escrita muito bem elaborada se, na hora de apresentar, o apresentador transmite medo, insegurança ou tensão. Portanto, os aspectos da comunicação também devem ser treinados com exaustão para que alcance os resultados, seja para conseguir um investimento, captar novos clientes ou fazer parcerias com outras empresas.

Uma vez que a comunicação é uma competência que requer treinamento, para ser automatizada e engramada, treine sua apresentação na frente do espelho e com seu time! Observe sua fala, peça feedback sobre seus gestos, vícios de linguagem, sua postura e a impressão que transmitiu. Se seu perfil é predominantemente expressivo, treine a escuta e evite justificativas demasiadas e que o ego fale mais alto neste momento!

Além das pessoas de sua equipe, você pode também treinar seu pitch de vendas com pessoas críticas e com aqueles que ainda não conheçam sua empresa. Assim, é possível saber se você está sendo claro e cativante em sua apresentação.

 

# Ajustes finais

Confiança é desejável, entretanto, cuidado com confiança em excesso! Vale lembrar que seu pitch nunca estará 100%. Sempre há possibilidade de melhorias e adaptações. Por isso, treine, compartilhe e busque estratégias de encantamento em conceitos de outras áreas de conhecimento, como Storytelling, variação da entonação da fala e Andragogia, para atrair e captar a atenção do público. 

Atente-se, principalmente, ao perfil de seu interlocutor. Se possui dificuldade em como adaptar-se ao perfil do outro, confira nossos 5 posts sequenciais, que dão dicas sobre como agir com cada perfil comunicativo (pragmático-afável-analítico-expressivo).

A ACT oferece treinamentos específicos e personalizados para pessoa física e empresas, no intuito de ajudar você a montar um pitch adequado às suas necessidades e ajudá-lo a se destacar no mercado.

Venha nos conhecer!      

Se ainda não se sente seguro com seu pitch de vendas, confira também:

Pitch: O que é esta ferramenta para o sucesso?                             

PITCH: O QUE É ESTA FERRAMENTA PARA O SUCESSO?

Colleagues having discussion --- Image by © Image Source/Corbis

O que é um pitch?

Imagine que você se encontra em um elevador ou em algum evento com um possível cliente ou investidor e tem um curto tempo para conversar. Como você vai apresentar sua empresa, sua solução, sua filosofia e seus diferenciais de uma forma resumida, que chame a atenção e que desperte o interesse de quem ouve?

Você terá que fazer um pitch, ou seja, uma rápida apresentação (geralmente de 1 a 10 minutos), sem rodeios, impactante, que visa atrair o interlocutor, conquistar sua confiança e prender sua atenção, fazendo com que ele “compre” a sua ideia.

 

Para quem o pitch é direcionado?

Ele pode ser utilizado para apresentar sua solução a investidores, clientes e até mesmo em situações rotineiras do dia a dia, em que precisa apresentar e/ou vender uma ideia. O domínio do pitch de vendas é uma excelente ferramenta de marketing pessoal.

 

Quais as características de um bom pitch?

O primeiro aspecto para atrair a atenção do público é uma fala enérgica e empolgante. No momento da reunião, você pode também contar com o Deck Pitch para apoiá-lo em sua apresentação (veja mais abaixo) e assim, estimular todos os canais de comunicação e facilitar a absorção da mensagem que você deseja transmitir.

Sua fala deve sempre ser assertiva, natural, objetiva e clara.

 

Existem basicamente 3 tipos principais de pitch:

1. High Concept Pitch

O high concept é a tradução do seu negócio em uma única frase, que explique, objetivamente, o que você promove para o mercado e mundo. É diferente de slogan.

Exemplos:

GOOGLE: “Informação a um clique”. Slogan: “We will take over the world”.

IPOD: “1.000 músicas no seu bolso”.

 

Já pensou em qual é seu high concept pitch? Quer ajuda?

 

2. High Elevator Pitch

Originado dos conceitos de conversa de elevador, em que o emissor possui somente entre 1 a 2 minutos para conduzir sua mensagem. Neste caso, é necessário ter extrema assertividade para traduzir o seu objetivo naquele encontro e o grande desafio é conseguir despertar o interesse para uma próxima oportunidade, em que terá chance de explorar o tema com mais profundidade.

 

3. Deck Pitch

É uma apresentação (em Power Point, Prezzi, Vídeo ou qualquer outro recurso audiovisual), que serve de apoio para a fala, sendo  tão importante quanto ela. Ao serem utilizadas juntas, essas duas ferramentas potencializam suas chances de obter sucesso.

Tenha cuidado! Assim como vão haver momentos em que você só poderá se utilizar da fala, em outros você só terá a chance de enviar o Deck Pitch ou o seu portfólio para alguém interessado em sua empresa. Sendo assim, ele deve ser extremamente visual, com clareza de ideias, estratégico e tão impactante e enérgico quanto a sua fala.

Observação: cuidado no uso do Prezzi, se for muito longo, os efeitos pode deixar seu receptor cansado (ou enjoado!).

A ACT tem treinamentos específicos e personalizados para ajudar você a montar um pitch adequado às suas necessidades e ajudá-lo a se destacar no mercado.

Querendo saber mais sobre o tema?

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Construa o seu Pitch para ganhar atenção do público em minutos

 

Entre em contato com a ACT!

 

Como usar a técnica de storytelling para as apresentações em público

Storytelling

Sua empresa tem uma história?

Toda organização, desde a sua criação, passa a ter uma identidade, passa a ser parte de uma história. Essa história é construída a partir de um leque de experiências e de visões relacionadas aos acontecimentos diários internos e externos das suas relações. Quando um profissional ligado a essa organização, oferece um produto ou serviço a um cliente, expondo exemplos e narrando histórias, ele está utilizando uma técnica chamada storytelling.  Esta técnica  utiliza as histórias e narrativas como instrumento de comunicação e educação, favorecendo o alcance de resultados.

Mas em que a técnica de storytelling poderia ser útil para apresentação de organizações em tempos modernos? Vivemos em uma sociedade onde a informação é cada vez mais abundante e a realidade é que a atenção das pessoas é algo cada vez mais escasso. Há a impressão de que caminhamos para um ritmo de vida cuja sensação é de que parece impossível acompanhar tudo que acontece em todo o mundo e porque não, a nossa volta.

Comunicação com o storytelling

A modalidade já antiga de contar histórias é uma inovadora forma de comunicação, que é utilizada por diversas organizações e que também pode ser utilizada por qualquer profissional, em diversas situações como: reuniões; conversas pessoais; apresentações em público; negociações ou vendas. O profissional pode envolver seus clientes, sua equipe, seus colaboradores e parceiros, através de uma forma agradável de comunicação. O poder das narrativas e histórias, na comunicação interna e externa, vem se tornando caminho mais eficaz para interagir, motivar, tornar-se próximo, ser empático e praticar a alteridade no mundo corporativo.

Em outras palavras, contar uma boa história é o caminho mais curto para conseguir a atenção de alguém. Embora pareça algo tranquilo e fácil, o dom de criar uma história que realmente atraia a atenção de seus espectadores é um processo complexo. Ele exige um grande investimento de tempo, que já é um elemento cada vez mais escasso em nossa sociedade. Aliás, um dos motivos para o storytelling estar sendo tão utilizado nas organizações é justamente esse. Quanto mais a mídia, as marcas sejam elas menos ou mais conhecidas e até mesmo seus amigos, familiares, lutam por uma fração da sua preciosa atenção, mais seletivo você vai se tornando e, ao que tudo indica, ao final de um tempo, você acabará desenvolvendo a habilidade de olhar somente para aquilo que realmente lhe importa.

Construíndo a história

Diante desta preocupação, a grande chave para a prática de o storytelling dar certo é conseguir utilizar–se de uma história que seja única, real, e acima de tudo, exclusiva capaz de transmitir um posicionamento sólido, que leve à conquista da confiança do espectador fazendo-o se sentir motivado. Nesse sentido nós, seres humanos, somos exímios contadores de histórias há milhares de anos. Em nossa vida diária não há alguém que não consuma histórias de uma forma ou de outra, seja através do cinema, da novela, da literatura ou mesmo no ambiente diário com amigos, colegas, etc. Agimos e nos posicionamos frente a uma determinada situação ou contexto baseados nos valores que adquirimos por aquilo que vemos, ouvimos e vivenciamos. E no caso da storytelling, ela pode ser uma excelente técnica motivacional capaz de aproveitar esse potencial de aproximar as pessoas por meio dos significados e valores que elas compartilham para conquistar sua confiança e mostrá-las o quanto é possível fazer a diferença.

Assim, se soubermos e contarmos uma história realmente boa, os espectadores irão reagir de forma positiva. Já dizia Mário Rosa em “A Síndrome de Aquiles” que “o relato de outra pessoa sobre um fato, pode moldar a imagem que o outro, cria sobre determinado acontecimento, isto porque novos valores criados têm o poder de mudar velhas imagens”. O ato de contar história pode não apenas mudar, mas moldar a percepção de mundo que o outro tem como verdade. Eis o poder da palavra!

Gostou desta dica? Que tal você utilizar esta técnica para a sua próxima apresentação em público? Na ACT você encontra soluções que podem lhe auxiliar a desenvolver um storytelling adequado ao seu negócio. Conheça!

Comunicação para a Copa: base para o sucesso

computer-23873_640O foco estratégico para empresas de turismo para a Copa do Mundo no ano que vem, e pontualmente para a Copa das Confederações em junho, é o turismo receptivo com ênfase na comunicação. Ele se caracteriza pelo conjunto de bens, serviços, infra-estrutura, entre outros atrativos, sempre pronto a atender as expectativas dos indivíduos que adquiriram o produto turístico.

Corresponde à oferta turística, já que se trata da localidade receptora e seus respectivos atrativos, bens e serviços a serem oferecidos aos turistas alí presentes. No turismo a comunicação tem características especiais, pois lida com expectativas, sentimentos e desejos. Viagens são frutos de sonhos, planejamento e alto investimento, tornando o processo comunicacional mais complexo.

O turismo receptivo, para se organizar de modo que seja bem estruturado, deve ter o apoio de três elementos essenciais para que esse planejamento seja executado com sucesso. São eles: relação turismo e governo em harmonia; apoio e investimentos dos empresários; e envolvimento da comunidade local.

A partir da inter-relação desses elementos é que pode nascer um centro receptor competitivo. Nesse centro, além de haver esses três elementos de fundamental importância para a formação do produto turístico, também deve haver outros que devem estar presentes na localidade, como atrativos naturais e histórico/culturais; acessos; marketing; infraestrutura básica e complementar; condições de vida da população local; posicionamento geográfico; entre outros.

Minas Gerais é um dos estados mais completos do Brasil. Pela sua grande extensão territorial, belezas naturais, acervo barroco e excelência culinária,  é possível encontrar destinos e atrativos variados que aliam todos esses prazeres naturais e culturais, que podem proporcionar vivências únicas. Mas ao mesmo tempo, em um país tropical com lugares paradisíacos não é fácil competir com outros destinos nacionais que tem apelos mais comerciais. É necessário portanto colocar a disposição do turista informações que demonstrem toda a beleza e todas as possibilidades encontradas no estado. A agência de turismo é só parte do processo.

E por causa desta característica peculiar é que a comunicação no turismo exige dos profissionais foco nas estratégias e investimento pesado em comunicação. Mais do que divulgar a agência, o destino e roteiro, o profissional humano se torna a matéria prima para a construção de uma comunicação eficaz e o estabelecimento de relacionamentos e a conquista de clientes.

A comunicação além de um bom planejamento tem que estar intimamente ligada a estratégia empresarial, mantendo o foco nos resultados que se espera alcançar. Para isso, a preparação adequada, aliada ao treinamento e capacitação da equipe, se torna fundamental.

Na ACT é possível encontrar variados tipos de serviços para capacitar os profissionais diretamente ligados ao público, como por exemplo, o ACT Quality, serviço destinado a personalizar o contato com o cliente através do alinhamento da cultura organizacional com toda a equipe. Conheças nossas soluções e encontre a que mais a sua empresa necessita!

Seja assertivo em suas atitudes

assertividade

Ser assertivo é ser ativo, direto. É transmitir uma impressão de auto respeito e respeito pelo outro. É saber dizer “SIM” e “NÃO” na hora certa. Ser assertivo é, além de tudo, saber o que quer e aonde quer chegar.
Para nos tornarmos pessoas mais assertivas, é necessário fortalecermos alguns comportamentos e atitudes. Pensando nisso, sintetizamos aqui algumas bases do comportamento assertivo que requerem nossa atenção e que podem ser úteis no seu dia a dia.
– AUTO-ESTIMA: como você se sente neste aspecto? O primeiro passo para elevar a auto-estima é a reflexão, a partir do momento em que você aceita os seus comportamentos e a forma que frequentemente reage ao se comunicar, consequentemente, sua confiança se eleva e suas atitudes vão ao encontro dos seus objetivos.
– DETERMINAÇÃO: outro importante passo para desenvolver a assertividade é ter foco e clareza sobre aonde se quer chegar. A partir de uma postura proativa na tomada de decisões, minimizamos as barreiras de comunicação e, mesmo naquelas situações em que não temos a total razão, conseguimos o respeito de nosso interlocutor.
– EMPATIA: coloque-se no lugar do outro mentalmente e perceba o que seu interlocutor está sentindo numa determinada situação. Essa é uma das premissas para alcançar o rapport com o seu ouvinte.
– AUTO-CONTROLE: sem perder o controle das situações, use a racionalidade para gerenciar as emoções.
– ACEITAÇÃO À FRUSTRAÇÃO: aceite o erro e aprenda com o mesmo. Não podemos só ouvir “sim”, pois existem os “nãos” que são pertinentes e favoráveis ao nosso amadurecimento.
– SOCIABILIDADE: goste de estar com pessoas, preocupe-se com o bem-estar do outro assim como o seu próprio.
Ter uma atitude assertiva é, acima de tudo, estar pronto para o novo, usando a razão ou controlando a emoção.

Pitch – Você sabe o que é?

Elevator (1)

A inovação no mundo corporativo vem crescendo a passos largos. Porém, o nosso precioso tempo, muitas vezes tão curto, nos impede de aproveitar as oportunidades de crescimento. Aqui entra o pitch, novo modelo de apresentação que objetivam uma oportunidade de vender o seu produto ou fazer uma apresentação em apenas 10 minutos. São as famosas “conversas de elevador” nas quais, em uma única e rápida oportunidade, você pode desenvolver seu potencial e crescer profissionalmente.

Aproveitando o momento, para fazer um pitch devemos desenvolvê-lo de forma prática e estratégica. Deixamos aqui algumas dicas sobre como mostrar todo o seu expertise:
–       Tenha domínio do conteúdo que irá explanar. Muitas vezes, não há apoio audiovisual e o “improviso” é que vai comandar.
–       O bom humor, simpatia e uma apresentação dinâmica, podem ser a chave do sucesso para conquistar um cliente.
–       Exponha o seu conteúdo de maneira sucinta, concentrando-se em como o seu produto irá trazer benefícios para seus clientes.
–       Evite os vícios de linguagem, pois eles podem transmitir insegurança.
–       Tenha o cuidado de manter a sua imagem e postura adequados à situação. Lembre-se, a 1a impressão demora apenas 7 segundos para ser formada!
–       Na hora de fazer previsões para seu projeto, demonstre confiança e entusiasmo, mas jamais tire os pés do chão.
Agora é com você. Bom pitch!!

Para transmitir credibilidade – PARTE I

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Você transmite credibilidade?
Se respondeu ‘sim’, acredito que tenha atitudes corretas, que seja uma pessoa responsável e que cumpra com todos os seus acordos, estamos certas? Claro que seus atos são fundamentais neste momento, mas, ter cuidado com a maneira a qual seu discurso é apresentado é de fundamental importância! Por isso, além de
todos esses aspectos, esperamos que também possua uma fala que o represente.
Para transmitir credibilidade, você precisa ficar atento ao seu modo de falar, à sua voz, aos seus gestos e postura. E é sobre esses aspectos que iremos discursar no post de hoje…
Iniciemos pensando em uma criança falando… Como é o padrão de fala mais comum nesta faixa etária? Esperamos ouvir uma voz bem mais aguda (fina), comvelocidade de fala geralmente inconstante e uma maneira de articular as palavras que costuma apresentar-se imprecisa e até mesmo embolada nos momentos em que se exalta. Todos esses aspectos são esperados para umacriança e a representa muito bem! Mas, comumente, encontramos adultos que possuem padrões de fala semelhantes às de uma criança… Esse padrão inadequado de comunicação repercute de modo muito pouco favorável para a transmissão de credibilidade, mesmo que suas atitudes sejam apropriadas.
Se você está nessa situação, cuidado! Sua credibilidade certamente está comprometida.
Um ponto crucial para transmitir credibilidade está no tom da sua voz. Você pode até ter uma voz aguda, mas, ao tentar falar um pouco mais grave (grosso), o efeito de assertividade é muito maior. Você já percebeu que todos os jornalistas, mesmo do sexo feminino, apresentam uma voz que tende mais ao grave?
Para treinarmos, fale a seguinte frase com a voz no tom agudo e com a voz mais grave:
 
“AS ESTRATÉGIAS ECONÔMICAS CAUSARAM A QUEDA DAS AÇÕES NA BOLSA DE VALORES”.
Em qual dos dois modos de falar você percebeu transmitir maior credibilidade? Certamente, ao utilizar de um tom mais grave, na 2ª opção!
Esta foi a estratégia de hoje. Como o texto já se alongou, na próxima publicação, trataremos de outras importantes estratégias que repercutem em credibilidade.  Até breve!

Estratégias comunicativas para Proval Oral

A habilidade de falar com naturalidade e espontaneidade, demonstrando segurança e credibilidade no conteúdo do discurso, é uma competência fundamental na etapa de prova oralde diversos cargos públicos.
O candidato que alcança essa etapa já demonstrou que possui conhecimento suficiente, agora, é o momento de demonstrar assertividade e credibilidade para representar o cargo almejado.
Esta é a etapa em que a atenção do candidato deve estar mais voltada para a comunicação, havendo cuidado não somente com O QUE falar, como, sobretudo, com o COMO falar.
Dentre todos os aspectos da comunicação, um quesito importante é o olhar. Muitas pessoas têm dificuldade de manter o contato visual durante a conversação ou possuem dúvidas para o local que devem olhar durante a prova.
O ideal é manter o olhar direcionado aos examinadores. No caso de uma resposta curta, orientamos os candidatos a manterem o olhar ao examinador que lhe fez a pergunta. Entretanto, caso a resposta seja mais longa, iniciarem olhando para o examinador que perguntou; em seguida, olharem para todos e finalizarem olhando para o interlocutor central, que foi quem lhe dirigiu a pergunta.
Outro cuidado importante é que não é necessário manter o olhar fixo ao examinador durante toda a prova, sobretudo, esse gesto não é desejado. Embora, por outro lado, algumas pessoas tenham o costume de desviar o olhar para cima, como se estivessem buscando a resposta. Esse gesto pode ser realizado com moderação, mas, evitar olhar para baixo é a melhor opção, pois, esse gesto transmite insegurança.
Enquanto o examinador estiver formulando a pergunta, o candidato deve manter seu olhar direcionado apenas para o examinador.
A você, concurseiro, também leitor de nosso blog, saiba que ainda iremos aproveitar esse nosso espaço de contato para escrevermos algumas recomendações a respeito dos demais aspectos da comunicação, que podem interferir diretamente no sucesso desta etapa.
Bons estudos, boa prova e conte sempre conosco!
15Mar11 - prova oral - tarde 024 - 18